Vila Carnaúba

Vila Carnaúba

Vila Carnaúba

Razão social da empresa: Flow City Brasil Empreendimentos Imobiliários Ltda.

CNPJ da Empresa: 36.244.270/0001-95

Nacionalidade da Empresa: Brasil

Responsável pelo projeto: Eduardo Juaçaba

Site da Empresa: www.vilacarnauba.com

Data estimada de início: 15/06/2021

Data estimada de conclusão: 31/12/2022

Natureza do Investimento: Greenfield

Modelo de Contrato: Outro

Valor estimado do investimento: $50,000,000.00

Estimativa de novos empregos: 2000

Metragem de área construída total do projeto em m²: 44.875,00

Metragem de área total adquirida em m²: 515.000,00

Grupo operador: Flow

Descrição do projeto:

O empreendimento se desenvolve com homogeneidade de ocupação ao longo dos 400 metros de extensão a partir da areia, e o programa de hospedagem estará baseado em duas principais tipologias: residencial e hoteleira, ambas idealizadas para atrair um público apaixonado por esportes radicais e natureza.

Praticantes de kitesurf, esporte que tem cada vez mais adeptos no mundo e é praticado em Jericoacoara, os norte-americanos buscavam uma versão brasileira – e quente – dos modelos de vilas dos Estados Unidos atreladas a estações de ski, onde pessoas aptas ao trabalho remoto se hospedam por temporada.

 

Com inserção ancorada em uma pequena comunidade de pescadores, o projeto do complexo brasileiro – baseado em um planejamento urbanístico de lenta implantação que preza pela integração da população flutuante com a local – é, em síntese, o de uma vila de caráter sustentável. Mantendo o mangue, a vegetação e as dunas e aumentando as lagoas permanentes, a arquitetura se encaixa nas manchas existentes como forma de contemplação e respeito a esta área fundamental para a manutenção da flora e da fauna nativas.

 

O trabalho remoto é o cerne do projeto, por isso, um grande edifício horizontal – centralizado no complexo e posicionado acima de uma lagoa – será o maior entre os quatro espaços de coworking. “A ideia é que você saia do mar, faça uma reunião e volte para o mar.

 

O conceito oriental wabi-sabi – que valoriza as imperfeições e acolhe o envelhecimento dos materiais naturais – orienta o design de todas as construções, tirando-se partido da arquitetura vernacular, com as suas paredes de taipa, e dos materiais naturais – palha de carnaúba, madeira, bambu, linho e fibras naturais – a serem providos por fornecedores das redondezas. Além dos insumos, mão de obra regional e artesãos locais devem participar da construção do início ao fim. 

Dados sociais, econômicos e ambientais do local do projeto: