PARQUE HORIZONTE DE BALBINA

PARQUE HORIZONTE DE BALBINA

PARQUE HORIZONTE DE BALBINA

Razão social da empresa: INSTITUTO AMAZÔNIA EQUATORIAL – AME

CNPJ da Empresa: 10.905.762/0001-90

Nacionalidade da Empresa: Brasil

Responsável pelo projeto: Sandra Thalyta Barros de Melo

Data estimada de início: 01/01/2022

Data estimada de conclusão: 01/01/2023

Natureza do Investimento: Greenfield

Modelo de Contrato: Outro

Valor estimado do investimento: $12,000,000.00

Estimativa de novos empregos: 1000

Metragem de área construída total do projeto em m²: 1000000

Metragem de área total adquirida em m²: 1000000

Grupo operador: INSTITUTO AMAZÔNIA EQUATORIAL – AME

Descrição do projeto:

INTRUDUÇÃO

A Vila de Balbina, localizada no meio da floresta amazônica, está distante cerca 180 km da capital Manaus, no estado do Amazonas, e a 90 km da sede do município de Presidente Figueiredo. Construída nos anos 1970, despontou por longos anos como cidade modelo no interior do estado por sua invejável infraestrutura. Detém nos seus 5.200 hectares de perímetro geográfico parte das águas que formaram o represamento do Rio Uatumã para a Construção da Usina Hidrelétrica Balbina, que se estende por mais de 200 km a dentro, tendo implantada na sua margem esquerda a Reserva Biológica do Uatumã e seus mais de 960.000 hectares, só permitida sua visitação para estudos e pesquisas, propícia ao Turismo de Pesquisas Científicas.

 

A despeito da sua infraestrutura segura, confortável e invejável da época, a Vila de Balbina tem no seu entorno, também, uma considerável vocação para o turismo, que pode ser expandida com as novas descobertas de atrativos para o turismo e seus vários segmentos

alavancar o turismo no Distrito de Balbina, identificando suas potencialidades, minimizando seus problemas e traçando novos rumos, objetivando formatar a sua vocação turística a fim de promover o desenvolvimento sustentável e social dos seus comunitários e colocar e ratificar o Distrito da Vila de Balbina no roteiro das visitações

 

o presente projeto, necessário se faz promover:

 

Capacitação na base do turismo;

Reconhecer os eventos festivos, empresariais e culturais como produtos turísticos; Melhoria da infraestrutura turística;

Trilhar o caminho do desenvolvimento social e sustentável; Inventariar toda a infraestrutura disponível e os potenciais atrativos; Divulgação do produto turístico Vila de Balbina.

 

OBJETIVO GERAL

 

Desenvolver o turismo no Distrito de Balbina, com um olhar mais aprofundado à sua realidade atual, descobrindo sua vocação para a oferta de produtos turísticos nas suas várias vertentes e cenários.

O projeto prevê a reconstrução de acessos, áreas comerciais, recomposição de áreas verdes e bens imóveis, implantação de um moderno teleférico e de um palco para realização de eventos, reurbanização do Morro do Elefante, requalificação da estrutura básica dos pedalinhos, implantação de um trenó sobre trilhos, além de reformas dos estacionamentos

Moradores de Balbina, no município de Presidente Figueiredo, a cerca de 180 quilômetros de Manaus, temem ser despejados caso a Eletronorte Amazonas Energia, subsidiária da Eletrobras, seja privatizada pelo governo federal. A vila, onde vivem mais de 2.300 pessoas, é administrada pela empresa estatal e, segundo os moradores, fica em uma área da União, concedida à empresa.

A Vila de Balbina deveria abrigar apenas funcionários da usina hidrelétrica. Mas operários que trabalharam na construção e decidiram ficar na região, além de ribeirinhos que não foram compensados pelos prejuízos provocados pela barragem, também ganharam casas no povoado.

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 

Fazer um levantamento da atual realidade da estrutura turística existente no Distrito de Balbina, que possa ser melhorada e ofertada como produto turístico;

Elencar todos os cenários existentes que possam ser utilizados como recursos turísticos;

Formalizar intercâmbio com instituições voltadas para a exploração do ramo de Turismo a nível local, estadual e nacional;

Formalizar consulta junto ao SEBRAE-AM para capacitação de pessoal;

Promover a divulgação dos atrativos do Distrito de Balbina na mídia visual, escrita e falada;

Implantar novos instrumentos de entretenimento na Vila Residencial e no espelho d’água do Lago de Balbina.

Preparar locais adequados para viabilizar a realização de eventos empresariais como seminários e workshops.

Congregar em torno do projeto todos os agentes envolvidos com o turismo na Vila de Balbina e arredores

 

METODOLOGIA

 

Montar um Grupo de Trabalho composto por pessoas que tenham algum conhecimento ou formação em Turismo ou detenham o conhecimento tácito, podendo ser jovens, homens e mulheres que tenham um olhar investigativo quanto ao potencial turístico do Distrito de Balbina;

Fazer despertar nas pessoas um olhar curioso e descobridor de cada cenário ou evento que possam compor nosso produto turístico a ser ofertado aos visitantes; Selecionar um grupo de pessoas para se submeter a capacitação por entidades de referência;

Promover visitas em campo para a descoberta dos atrativos que possam ser ofertados e divulgados na mídia;

Aquisição de botes conjugados e pedalinhos para implantação do Banana Bolt na Orla do Lago;

Reaproveitar a pista do aeródromo para a realização de arrancadas de motos e veículos;

Incentivar o empreendedorismo na área de pequenos comércios de alimentação e souvenirs (bonés, camisas, óculos etc.), além da oferta de produtos como equipamentos de caça e pesca.

 

RECURSOS NECESSÁRIOS

 

Local para reuniões;

Turismólogos para a transmissão de conhecimentos sobre a área de Turismo ao Grupo de Trabalho;

01 

câmera fotográfica, 01 GPS e outros insumos necessários ao trabalho de campo; 01 computador, impressora, tintas, serviço de internet, papéis e canetas;

Salas ou auditórios para eventos empresariais;

02 

botes conjugados (Banana Bolt) e 03 pedalinhos; Entidade de referência para aplicar a capacitação do grupo; Placas identificadoras e sinalizadoras;

Instrumentos de rapel (cordas, grampos etc.).

 

 

INVENTÁRIO DOS ATRATIVOS / PRODUTOS TURÍSTICOS

 

1  – Categoria: Infraestrutura de Apoio

1.1  – Informações básicas da Vila de Balbina

1.1.1   – Meios de acesso

a)  Rodoviário: Rodovia BR 174/AM 240, km 87.

b)   Aeródromo: dentro do perímetro geográfico da Vila Residencial (conhecido como Pista do Aeroporto).

c)  Aquaviário: Rio Negro e Rio Uatumã, por um pequeno ancoradouro (Porto do Alfredinho).

1.1.2   – Sistema de comunicação: Correios, rádio comunitária, portais e internet.

1.1.3   – Sistema de segurança: Polícia Civil, Polícia Militar e Guarda Civil Municipal.

1.1.4   – Sistema de saúde: ambulatório, unidade básica de saúde da família, farmá- cia e clínica veterinária.

1.1.5    – Sistema educacional: Escola Municipal de Balbina, com Educação Infantil e Ensino Fundamental; Escola Estadual de Balbina, com Ensino Médio; UnoPar.

1.1.6   – Outros serviços e equipamentos de apoio: feira, serviços bancários do Brad- esco e Caixa Econômica Federal, serviços mecânicos de bicicletas, automóveis e em- barcações náuticas.

 

2  – Categoria: Serviços e Equipamentos Turísticos

2.1  Serviços e equipamentos de hospedagem: 01 hotel, 05 pousadas e várias hospedagens familiares.

2.2  Serviços e equipamentos de alimentos e bebidas: restaurantes, bares, lanchonetes, cafeteria, padaria, confeitarias.

2.3  Serviços e equipamentos de agências de turismo: em andamento agência de receptivo.

2.4  Serviços e equipamentos de transporte turístico: ônibus e táxis intermunicipais.

2.5  Serviços e equipamentos para eventos: auditório e salão para reuniões com promotoras e organizadoras de eventos.

2.6  Serviços e equipamentos de lazer: espaços livres em praça, mirante sobre ponte, vista para o Lago da Usina Hidrelétrica, ginásio poliesportivo, quadras, campos de futebol e futebol society, pista de atletismo, piscinas, casa de dança e clubes sociais, sítios e chácaras de lazer.

2.7  Outros serviços e equipamentos turísticos: Centro de Atendimento ao Turista, guias de turismo, representação da prefeitura e Associação de Moradores AMVIB.

 

3  – Categoria: Atrativos Turísticos

3.1 Atrativos naturais: relevo (morro e colina); arquipélago com mais de 2 mil ilhas; cavernas e grutas, corredeiras e cachoeiras; Área de Proteção Ambiental (Caverna do Maruaga, Reserva Biológica do Uatumã e Reserva de Desenvolvimento Sustentável).

3.2  Atrativos culturais: conjunto arquitetônico do Centro de Proteção Ambiental; comunidades de ribeirinhos; sítios arqueológicos cerâmico e lítio-cerâmico, estrutura de pedra e arte rupestre e Museu Histórico Arqueológico; manifestação da fé com romarias, procissões e cultos, acontecimento histórico do desastre ambiental da inundação da floresta nativa e do massacre dos indígenas waimiri-atroaris e Padre Caleri. Na arquitetura religiosa, o Templo Ecumênico (hoje, cedido para a Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro); na obra de infraestrutura, a Usina Hidrelétrica Balbina. No centro cultural, a Agremiação do Boi-bumbá “Filho da Mata”; na gastronomia típica, o filé de tucunaré, cozido de filhote; artesanato e trabalhos manuais em madeira (móveis e afins), entalhes e vasos.

3.3  Atividades econômicas: extrativismo animal, através da pesca profissional do tucunaré, e extrativismo vegetal, através da extração da madeira. No ramo da agropecuária, pratica-se a agricultura, a pecuária e aquicultura. Na atividade industrial, a produção de energia hidroelétrica.

3.4 Realizações técnicas e científicas contemporâneas: Usina Hidrelétrica Balbina e Curadoria do Acervo Arqueológico da UHE Balbina (2020).

3.5 Eventos programados: Festa da Padroeira Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (julho); Festival Folclórico Boi-bumbá “Filho da Mata” (agosto); Desfile Alusivo ao Dia da Independência (7 de setembro); Festa do Tucunaré e Rainha do Lago (novembro).

 

Anexo(s):

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